Estou cansado. Vou embora.
Falar de estratégia nacional é de canalha; explicar em que consiste essa estratégia é que seria de homem.
Farto de tretas estou eu. Vou emigrar em definitivo. Obrigado a quem me aturou.
See you in another life.
Falar de estratégia nacional é de canalha; explicar em que consiste essa estratégia é que seria de homem.
Farto de tretas estou eu. Vou emigrar em definitivo. Obrigado a quem me aturou.
See you in another life.
Ide lá ler, façam lá esse favor a vós próprios.
O povo não acarinha sócrates. O povo usou sócrates para conseguir as medidas sociais desejadas em todo o mundo (salários de 300€, impostos de 350€, portagens de 200€, rendimento mínimo para quem não cumpre requisitos para o rendimento mínimo) e depois de as ter, abandona sócrates ao seu couce inofensivo e plenamente justificado por quem puxa uma carroça sem ajuda.
Mendonza inaugura uma tala internacional sobre o Tâmega enquanto Paulo 'chips' Scuts implementa implementações sozinho, desapoiado no mesmo desapoio que o povo oferece a sócrates. O povo é soberano, a justiça é divina, a água é impoluta e o café é mal gostoso quando queima, por isso, não devemos criticar o povo e sim criticar as críticas que o criticam o povo, pelo povo, do povo, para o povo. O povo manda, o povo é que mais ordenha, o povo decide, o juiz não. Se o povo abandona sócrates, o povo tem razão. Se o povo acolhe Passas Coelho e critica o Coelho, porque o Coelho anda de Mota, mas gosta deste Coelho, o povo tem razão. O povo tem sempre razão mesmo quando afirma que o povo não tem razão. O povo tem até razão quando aponta alturas em que não tinha razão em retrospectiva mas, na altura tinha. O absurdo da situação actual em que sócrates é rejeitado pelo povo é consequência da vontade do povo. A democracia é democrática e não permite que democratas usem a política para benefício próprio salvo raras excepções, em que o tolera, ou incentiva, ou fecha os olhos e pensa na Soraia Chaves. Fora isso, não há democracia infalível. Os resultados democráticos são a vontade do povo, sempre serta, sempre sem eros, por muito que se incentive, pelo povo, apontar os erros do povo, altura em que uma vez mais o povo está certo. sócrates merece uma estátua pelo povo, para o povo. O povo deve erguer-se e erguer uma estátua ao sócrates, com epitáfio em inglês técnico e ronco do Brasil. sócrates deve ser erigido em forma de estátua ou em forma eréctil ou em forma de falo com consciência do que estou a afirmar. A democracia é soberana, como a rainha de Inglaterra, também democrática na sua hereditariedade e sempre presente em funerais excepto quando indisponível ou de férias. Uma estátua para sócrates em cada esquina é um estímulo Queinesiano, não Selma Hayekiano, que aumenta o emprego temporário e a produção temporária de bronze. É bom para a economia e pode tapar crucifixos em zonas onde não há desfiles de fufas ao Domingo. Uma estátua para sócrates. sócrates numa estátua. Por Portugal, para Portugal, de Portugal, com Portugal, em Portugal.Durante alguns anos falou-se sobre a peculiar era em que vivemos. Doutores e plebeus, indiscriminadamente, apontaram a primeira década deste milénio como sendo a "era do amiguismo". Amiguismo, palavra passível de simples definição mas consequências imprevisíveis: estado em que existem preferências por pessoas cuja pertença ao grupo se sobreponha a qualidades ou características desejáveis para o cargo a ocupar. Disse-se que o amiguismo corroeu todas as áreas de poder e decisão, da Junta de Freguesia ao Governo do país; da construção civil de pequena dimensão à grande obra tutelada pelo Estado.
Não será, porém, demasiado simplista considerarmos estar ainda nessa "era do amiguismo"? A ver, as seguintes características:Olhar só para a frente tem destas coisas.
Sucker, substantivo da língua inglesa com significado informal de ingénuo facilmente manipulável, descreve na perfeição os largos milhares de automobilistas que se deslocam diariamente da margem sul para Lisboa. Sim. Suckers.
Um fadista canta, sem pensar nas palavras, estar condenado a fatalismo decorrente da gorda barriga da nobreza.
Porque haveria então um fadista de votar sócrates, exigindo fé num optimismo que não sabe cantar?
1908, desconhecido. Colecção Smithsonian.
Quando mija um português, mijam logo dois ou três.
Quando morre um português, mijam todos de uma vez.
Violetta Elvin, en pointe.
A Holanda não consegue rematar à baliza do Japão. A Alemanha perdeu com a Sérvia. A Inglaterra não sabe o que são golos. A Espanha perdeu. A França foi eliminada. Portugal nem no balneário se entende.
Talvez, e só talvez, haja muita gente que recebe mais dinheiro do que o que a sua produtividade justifica. Flexibilidade laboral para jogadores e treinadores de futebol poderá ser a solução.
Francisco nasceu na aldeia de Vilarinho de Cotas, distrito de Vila Real, terra de lavoura e socalcos rasgados pelo Douro, no ano de erupção do Vulcão dos Capelinhos. Por motivos que filhos de pais separados conhecem de cor, passou os anos formativos na freguesia de Verdelhos, distrito da Covilhã. Após o 25 de Abril, ingressou no Instituto Superior de Engenharia de Coimbra, obtendo em 1979, um diploma pré-Bolonha de bacharel em engenharia técnica civil que lhe assegurou ofício na execução de projectos para casas de emigrantes pautadas por amplas áreas verticais de azulejos garridos e paredes em betão nu. A Câmara Municipal da Guarda nunca viu com bons olhos os projectos do jovem Francisco, quer pelo mau gosto arquitectónico, quer por motivos menos importantes como a instabilidade física dos mesmos.
Francisco adquiriu o gosto pela política precocemente, tendo sido, antes do curso de Coimbra, membro da Juventude Social Democrata. Após um ano dedicado à colagem de cartazes, alguns dos quais ainda visíveis em paredes do centro histórico da Covilhã, Francisco abandonou a vida política. Sol de pouca dura, em ano de adesão da Grécia à Comunidade Económica Europeia, Francisco engrossa as fileiras do Partido Socialista ascendendo, em menos de cinco anos à presidência da distrital de Castelo Branco. Francisco, jovem jovial, cria amizade bilateral com o rei da sucata e proeminente dirigente socialista, Vera Martins, com quem abre um negócio de venda de combustíveis na Reboleira em 1990, um ano antes de integrar o secretariado nacional do Partido Socialista. Cinco anos depois, Francisco, rapaz campestre de simples ambições, viu-se membro do governo de António Guterres com as tutelas de Comércio com a Colombia e Olheiro de Futebol. Na legislatura seguinte tornar-se-ia Ministro das SCUT e Lixeiras mas a sua carreira foi interrompida com o põe-te-na-alheta de António Guterres. Durante este período, voltou à universidade e, num Domingo solarengo, concluiu Castelhano Técnico, o que lhe conferiu o título de engenheiro, título este sempre tão almejado como demonstrado pelo seu uso precoce. O incêndio na secretaria da Universidade Socialista fez com que os registos do curso concluído fossem irremediavelmente perdidos. Sempre com olho para as finanças e o gosto dos simples, envolveu-se no negócio dos centros comerciais e adquiriu um que viria a ser o maior da Europa construído em cima do túmulo de Camões. Com o apoio incondicional de Vera Martins, tornou-se membro do governo no ano de 2005 como Ministro do Nada, com funções de gestão da gestão dos outros ministros. Entre as obras mais relevantes destacaram-se a criação de 150.000 novos socialistas e a primeira fase da renovação do parque industrial consistindo na abolição do emprego em Portugal. Para além destas, foi o responsável pela assinatura do Tratado de Chelas que confere à União Europeia uma superior capacidade de auto-destruição. Fomentou igualmente o referendo ao resultado de um referendo anteriormente realizado e fez a redefinição do conceito de paternidade. Outros pontos altos foram a abolição do sistema de ensino e distribuição de torradeiras a crianças do 1º ciclo. Talvez motivado pela sua incapacidade para compreender a língua inglesa, decretou que nenhuma criança aprenderia inglês novamente, oferecendo licenciatura automática na língua para quem a pretender. No plano social, para além dos 150.000 socialistas colocados ao serviço da TVI na PT, aumentou a dívida pública para subsidiar os portugueses que pretendam a licenciatura automática em lavoura e instaurou um sistema de ensino alternativo que consiste na abolição do serviço público de saúde para financiar a escolaridade obrigatória por decreto, abolindo o conceito de aulas, disciplina e avaliação. Um progressista, viu-se envolto em escândalo ao mentir sobre mentir ao parlamento o que, não lhe custando a reeleição, o obrigou a fingir negociar com a oposição.